Fronteira
Cá estou na fronteira de um bem querer
diante das tentativas poéticas dos versos
espelhando -me impressões a discorrer
à sombra do meu eu quase submerso.
E respiro profundamente essa tua voz
que sabe me encontrar entre sombras,
luzes, sonhos, desejos marcados em nós
para retornar as quimeras das penumbras.
Sinto um rumor de auroras pressentidas
que devolvem ao peito o fulgor do recomeço,
como flores tardias após noites perdidas.
Pois teu nome ainda vibra no fundo do meu ser,
como um canto nas dobras da madrugada
ressoando em versos o que não mais quero deter.
E se caminho entre abismos por ti
é porque o amor é a chama que me aquece.
.Ilustração /Imagem Pinterest

Muito belo o teu poema Vilma!... O verdadeiro amor nos leva por caminhos que nunca imaginamos. Caminhar entre abismos é desafiar o mundo! Mas não há caminhos que impeçam de alcançar um amor que se deseja!...
ResponderExcluirBeijos para ti...
Obrigada, querido amigo Albino,
ResponderExcluirSua apreciação e comentário é uma honra para os meus versos
Agradeço suas palavras de carinho e atenção.
Beijos !
Bonito trabalho da poesia com este amor, que abre caminhos, estreita sentimentos e se revela revolucionário em cada coração. Só mesmo o amor, para nos levar pelos caminhos nunca trilhados.
ResponderExcluirBjs e paz amiga.