A voz do Poema é sussurro mágico
Impresso no corpo da folha branca
Sonorizando o que é belo ou trágico
No audível mundo que o alcança.
É o motivo e o presente do Poeta
Na audição das noites silenciosas,
Harmonizando-se na fala do esteta
Cantos em pautas de verso e prosa.
É o que se flagra no olhar e no sentir
Que se expande e transborda emoção
Cada verso de uma estrofe a cingir.
É o altar do pensamento e coração,
A melodia na voz do hoje e do advir;
É o etéreo ao toque de um condão.
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