Pôr do Sol
O sol, ao se pôr, incendia o infinito
avermelhando o céu num flagrante
ardoroso, em tom raiado, bonito,
entre o azul e as nuvens delirantes.
E a tarde se acalora entre os mormaços
das ruas, adentrando os vãos das portas,
janelas, paredes e também os terraços
com suas jardineiras de flores abertas.
E o calor dessa tarde, ardente e lento,
vem despertar em mim aquele ardor,
trazendo o teu púrpuro sentimento.
E enquanto o sol se entrega ao meu rubor,
deixo que o desejo, em seu movimento,
me aqueça ao recordar o nosso clamor.
Vilma Orzari Piva
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Minha amiga Vilma,
ResponderExcluirLendo estes teus versos senti que eles transmitem uma atmosfera intensa, apaixonada e sensorial, unindo o calor das palavras ao poder da memória e do desejo, tudo isso por meio de uma paleta de tons quentes e expressivos que habitam você, minha querida poeta.
Tenha um fim de semana suave!
Beijos!!!
Meu amigo Douglas,
ExcluirLer sua interpretação enche meu coração de alegria e dá sentido ao que escrevi.
Gratíssima por ler meuis versos na tua sensibilidade e pelo teu olhar sempre atento.
Que a semana inicie sob bons ventos.
Beijos!
A tarde com seu dourado refletindo pelos cantos das casa, sobre o mar, entre os galhos de uma arvore, é um instante de magia, que faz nos olhos poesia. Momento de reviver um grande amor, reencontrar uma paixão recolhida. O soneto vem traduzir esta magia dourada do poente.
ResponderExcluirLindo trabalho Vilma.
Bom domingo de feliz semana.
Bjs de paz amiga.
Meu amigo Toninho,
ExcluirAs tarde quentes são inspiradoras. E essa poesia foi chegando de mansinho e se instalou na varanda do meu coração.
Gratíssima pelo carinho da sua leitura e palavras que incentivam meu caminhar em poesia.
Tenha uma ótima e inspiradora semana,
beijos!