ONDAS DO SILÊNCIO
A tarde abafada sob o sol
Transpirava um rubro espelho
Naquele olhar quase sem
farol
Diante do imenso mar
vermelho.
Cúmplices das ondas do silêncio
Que escondi na silhueta do
arrebol
E naquelas faces do prenuncio
Que espraiavam águas em
bemol.
Quietas horas remando energias
No profundo das
temperanças
Ao refletir suores em sinergias
Meu barco navegou bonanças
Singrou águas e quando tu
sorrias,
Transluzias meu sonho em
esperanças.
Vilma Orzari Piva
Direitos Autorais Reservados ®
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