
Prosa - Meu Eu Poético
Sou uma voz que floresce entre as estações, uma artesã de memórias e perfumes, moldando sentimentos em versos que encontro no silêncio, e no meu próprio eco. Desde minhas primeiras linhas, eu soube que a poesia seria o terreno onde minhas raízes se aprofundariam e minhas pétalas se revelariam — algumas breves, outras intensas, todas verdadeiras.
Sou feita de delicadezas, que não temem a força, de saudades que não murcham, de sentimentos que atravessam distâncias. Trago na escrita o gesto de quem colhe o que sente: uma emoção que amadurece, uma lembrança que insiste, uma descoberta que ilumina o cotidiano.
Meu eu poético floresce mesmo em outonos. Carrego a sensibilidade de uma flor que se inclina para o mundo, não para fugir, mas para melhor enxergar. Sou rosa, dália, camélia — e também sou hortênsia multiplicada, reinventada, sempre buscando novas cores para antigos sentimentos.
E assim escrevo, porque é assim que respiro. Porque na poesia encontro abrigo, verdade e espelho. Sou a poeta que celebra o instante da inspiração e que acolhe a brevidade, que escuta os sussurros da vida, da sensualidade, do amor e da paixão e os devolve em forma de verso. E, enquanto houver um coração disposto a ouvir, continuarei a florescer — amorosamente, em todas as minhas formas.
Ilustração/ Imagem Pinterest
Tetyana Erhart Digital Art - Artiste Ukraine
Querida amiga Vilma,
ResponderExcluirQue a estrela que guiou os Três Reis Magos brilhe sobre toda a humanidade em 2026 e preencha-nos com poesia.
E que o nosso "eu" se transforme empaticamente em "nós".
Tenha um feliz e criativo 2026!
Um beijo carinhoso para ti!!!
Querido amigo Douglas,
ExcluirQue tenhamos um ano criativo e que nós e o mundo tenhamos mais união.
Grata querido amigo por estar acompanhando meu Eu poético.
Beijos !
Maravilhosa prosa poética que nos deixas querida Vilma!
ResponderExcluirUma verdadeira pérola. Continua a escutar os sussurros da vida,
da sensualidade e da paixão... porque é nessa escuta onde a inspiração
se insinua com toda a ousadia!
Beijos, querida.
Querido amigo poeta Albino,
ExcluirGrata pelo estímulo ao meu Eu poético.
Que eu possa sempre ouvir os sussurros da poesia para ousar e escrever meus versos.
Obrigada por acompanhar meu Eu poético.
Beijos!