Meu Abrigo
Tu és a luz que sonhei em meu caminho
o pedaço da ternura do meu mais doce desejo
e o encanto de um dia ensolarado, inteirinho
como fosse um brinde ao dia em que te vejo.
Assim levo-te comigo entre a paixão e o amor,
entre as salivas das palavras que umedecem meus lábios
ao sabor da fruta madura que me ofereceste na dor
de um adeus incontrolável a molhar meus cílios.
Talvez o vento mude a direção e uma porta se abrirá,
embora tarde, haverá tempo para que fiques sem alardes
somente ouvindo o teu coração e no que ele te dirá.
E se em nós ainda houver abrigo para o que fomos,
será no silêncio que o amor há de nos querer enfim,
como quem volta sem pressa ao lugar de onde partimos.
Vilma Orzari Piva
Direitos Autoriais Reservados ®
.Ilustração /Imagem Pinterest

Querida amiga Vilma,
ResponderExcluirQuando encontramos certeza, constância, apoio, opiniões sensatas e uma mão estendida (no outro), encontramos abrigo, não um esconderijo.
Mais um lindo poema.
Feliz início de maio.
Beijos!!!
Querido amigo Douglas,
ExcluirSim, é um tudo que se espera para se ter um perfeito abrigo.
Grata pela leitura na tua sensibilidade.
Que teus dias sejam repletos de boas companhias e inspirações.
Beijos!
Haverá sempre um colo doce onde nos recolhemos querida amiga!
ResponderExcluirUm refúgio para conforto, um carinhoso afago para nos compensar dos dias calcinados!...
Muito belo o teu poema Vilma.
Um beijo.
Querido amigo Albino,
ExcluirPor vezes a poesia é um colo doce e também um bom refugio e conforto.
Gratissima pela leitura na sua sensibilidade.
Tenha dias lindos e inspiradores.
Beijos!