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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Infindo Mar

INFINDO MAR

Quis o mar tragar meus braços,
levar minhas mãos em conchas
e arrancar dos meus sargaços
lamentos que me fizeram troncha.

Resisti à grande onda, dela emergi
para o sol de um novo dia remador
sobre um mar dourado onde vivi
meu sonho estelar de puro amor.

Busquei a areia, tropecei nos cacos,
revirei meu tudo, achei teus passos
marcados, crivados nos meus nacos
de paixão na praia dos meus abraços.

Ah... tormenta de bravia queimadura,
Sigo em ti abraçando-te minha paz
De infindo mar, voz que entre corais
Mareias-me espumas de viva criatura.

Vilma Piva
Direitos Autorais Reservados ®


4 comentários:

  1. Parabéns pelo poema!
    O mar também significa muito para mim.
    Boa semana

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  2. Justo no dia de Nossa Senhora dos Navegantes para os católicos - Iemanjá para os ubandistas - esse belo poema sobre o Mar.
    Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma linda semana.

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