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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Sol de Amar

  

 SOL DE AMAR

Nos olhos mareados do arrebol
Se fez dia moroso, lentamente
Desperto, tal qual o nosso sol
lânguido a clarear  malemolente.

Preguiçosamente aconchegante,
Esgueiro meu corpo  para  teus braços
Na ternura do teu amor radiante
Imprimes teu perfume no espaço.

Envoltos, toda paixão exubera
nos poros, nos pelos, no sol de amar
Aquecendo lençóis na primavera

E ardo em teu peito noite e o dia
Como se nada mais houvera
Além do amor, sexo e poesia.

Vilma Piva
Direitos Autorais Reservados ®

5 comentários:

  1. um soneto de amor e ternura.

    muito belo!

    beijinho

    :)

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  2. Belo soneto, amiga Vilma. Um abraço. Tenhas uma linda semana.

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  3. Ler vc é um doce fascinio Vilma!... Amei...!!!

    Beijos,
    AL

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  4. Ao mesmo tempo, belo, gracioso e ardente!
    Parabéns, Vilma!
    Beijo

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