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sábado, 19 de outubro de 2013

Nada


NADA

Vida, o que sei de ti? Talvez nada...
Talvez bem menos que o sopro
De um instante sobre uma mirada
Tentando entender o frágil assopro.

Inspirações? Talvez nada....
Talvez a certeza tristíssima
De que a hora está acabada
Para pautas agradabilissimas.

E a noite vem! Ela é um vício,
Um soluço, uns versos, um nada...
Talvez o respirar, o ócio e ofício
De ser busca sobre o nada!

Vilma Piva
Direitos Autorais Reservados ®

7 comentários:

  1. Um poema excelente, com envergadura existencial... Aplausos!!!

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  2. Quem somos, eis a questão...Talvez nada, mas o nada pode ser tudo. Que belo poema amiga, parabéns! Bjussss

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  3. Bom dia! Gostei de ler o seu poema (como sempre aliás).
    Desejo-lhe um feliz domingo

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  4. Um reflexo de muitas vidas simboliza esse poema! Chega a constranger pela verdade expressa.
    Abraço

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  5. Vilma querida muitas vezes nessa busca
    encontramos tantas coisas boas, exemplo
    de vc que busca e traz bons poemas etc....
    Abraços de bom final de tarde

    Bjussss

    └──●► *Rita!!

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  6. Boa noite !
    Poetisa de muitos ...aproveite seu dia para ganhar os elogios merecidos...
    Que possas ser visto por todo o mundo poético...
    Ser um poeta é muito mais que fazer versos.
    Poeta vê, além da terra, o céu profundo,
    e, no infinito, tantos astros submersos.
    Também imita o próprio Deus, Poeta fecundo,
    nas suas páginas mais lindas, no universo,
    no belo e magno poema deste mundo.
    FELIZ DIA DO POETA !

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